À flor da pele · Curitiba
Reconstrução de aréola e mamilo com tatuagem paramédica, em efeito 3D, e ressignificação de cicatrizes com aquarela na pele.
Tatuadora paramédica & artista
Reconstrução de aréola
Tatuagem paramédica que recria aréola e mamilo com cor, luz e sombra, para um resultado realista e natural. Em geral, numa única sessão. Não é micropigmentação: uso técnicas e pigmentos de tatuagem.


Arraste a barra para comparar. Fotos feitas no estúdio, com autorização.
Com a cicatriz fechada e madura: como referência, a partir de 6 meses da cirurgia e, quando necessário, com liberação médica. Depois de quimioterapia ou radioterapia o intervalo pode precisar ser maior. Nem toda cicatriz está pronta para receber pigmento, por isso a avaliação vem antes de tudo.
Ressignificação de cicatrizes
Tatuagem artística em aquarela sobre cicatrizes de cirurgias, tratamentos ou acidentes. Nem sempre o melhor caminho é cobrir: às vezes a marca vira o galho, a haste, a linha da composição.


Arraste a barra para comparar. Escolha um caso ao lado.
Como funciona
Você manda fotos da região pelo WhatsApp. Avalio a cicatriz, a textura da pele, o histórico da cirurgia e o que você gostaria de transformar.
Definimos juntas formato, tamanho e tons, ou o desenho que vai conversar com a cicatriz. O valor é definido nessa etapa. Nada é pigmentado sem aprovação.
Pigmentação em camadas, com luz e sombra para o efeito 3D. Na aréola, em geral uma sessão só. Materiais descartáveis e biossegurança.
Curativo nas primeiras 24 h, orientações por escrito e acompanhamento. O resultado final aparece com o pigmento estabilizado; a complementação é avaliada depois.
“Você não precisa querer esconder a sua história. Pode querer reconstruir, camuflar, integrar ou transformar essa marca em arte.”
Yasmin Coiado

Sobre mim
Sou artista e tatuadora há mais de dez anos. Construí o meu trabalho a partir da pintura, da cor e de um olhar atento para cada corpo que recebo.
Aos 27 anos, fui diagnosticada com câncer de mama. Passei pela quimioterapia, pela cirurgia e pela radioterapia, e conheci de perto um universo que até então eu via só como profissional: o das cicatrizes, das reconstruções e da necessidade de voltar a reconhecer o próprio corpo depois de um processo tão intenso.
Foi dessa experiência que nasceu uma nova direção no meu trabalho. A reconstrução realista de aréola une o que construí como artista, a percepção de cor, volume, luz, sombra e proporção, a um trabalho que hoje carrega um significado profundamente pessoal: ajudar outras pessoas a reconstruírem também a forma como se enxergam.
Yasmin Coiado
Tatuadora paramédica & artista
Tatuagem artística
O mesmo desenho que desenvolvi em mais de dez anos de tatuagem é o que vai sobre as cicatrizes.




Perguntas frequentes
A sensibilidade varia com a cirurgia, a região e cada organismo. Cicatrizes e traumas alteram terminações nervosas: há áreas com sensibilidade reduzida, aumentada ou ausente. Na reconstrução mamária, por exemplo, existem regiões em que praticamente não há sensibilidade. Não dá para prever só olhando a cicatriz.
A cicatriz precisa estar fechada e madura. Como referência, a partir de 6 meses, com liberação médica quando necessário. Depois de quimioterapia ou radioterapia o intervalo pode ser maior.
Não. No meu trabalho uso técnicas e pigmentos de tatuagem, construídos em camadas para o efeito tridimensional.
Sim. O efeito 3D permite criar visualmente aréola e mamilo mesmo quando não há mamilo projetado.
Sim. Quando existe uma aréola preservada, ela serve de referência para formato, tamanho e tons. Avaliamos juntas o melhor plano de harmonização para o seu caso.
Em muitos casos, sim. Cor, formato e simetria podem ser trabalhados, dependendo do pigmento já existente.
Depende da pele, da cicatriz e da retenção do pigmento. As reconstruções de aréola costumam ficar prontas em uma sessão; a necessidade de complementação é avaliada depois da cicatrização. Tatuagens artísticas variam com o projeto, o tamanho e a pele.
A tatuagem permanece na pele, mas os pigmentos podem mudar e desbotar ao longo dos anos. O resultado recém-tatuado também não é o final: a pele precisa cicatrizar para acomodar o pigmento.
Não. O projeto contempla diferentes histórias e tipos de cicatriz: cirurgias, tratamentos, acidentes.
Não. Podemos camuflá-la, incorporá-la ao desenho ou transformá-la em parte importante da composição. Primeiro avalio maturação, textura, relevo, coloração e origem da cicatriz.
Sim. O projeto é desenvolvido a partir da anatomia, do resultado desejado e da história de cada pessoa.
Cada projeto é planejado individualmente. O valor é definido depois da avaliação inicial, considerando a região, as cicatrizes existentes e as necessidades do projeto.
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